domingo, 24 de julho de 2011

O ADEUS A AMY WINEHOUSE


Não me lembro se já era domingo ou se ainda era sábado quando soube, através da MTV, da morte de Amy Winehouse. Ao ouvir Rehab numa noite, pensei que sua intérprete fosse apenas mais uma maravilhosa cantora negra de soul e blus. Não era. Amy era uma inglesinha branca com uma esplêndida voz de negra. Com um visual de pin up girl retrô dos anos 60, ela surpreendia a todos os que a viam pela primeira vez. Com apenas dois discos lançados, ganhou 5 dos 6 grammys possíveis, fato até então inédito para uma cantora inglesa, com o CD BACK TO BLACK, uma obra prima da melhor cantora de soul e blus contemporânea. Poucos artistas atuais conseguem ser completos na realização de um projeto, como ela conseguiu com BACK TO BLACK . Infelizmente, na tarde de 23 de julho de 2011, ela sucumbiu à maldição dos 27 anos, assim como Brian Jones, Jim Morrinson, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Kurt Cobain, entre outros. Amy Winehouse foi encontrada morta, em sua casa. Também não conseguiu chegar aos 28 anos, vítima de um processo autodestrutivo de depressão, consumo de drogas (cocaína e clack), alcoolismo, etc... A causa de sua morte só será divulgada após a autópsia. Uma grande perda para a música e o talento!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

CAPITÃO AMÉRICA, O FILME


No mesmo mês da estréia de Harry Potter, finalmente os cinemas do mundo (no Brasil, dia 29/07/2011) vão receber o mais americano de todos os heróis, o Capitão América. Com um uniforme que mais parece uma bandeira dos Estados Unidos enrolada no personagem, o herói teve sua origem na segunda guerra mundial, quando se alistou no projeto Renascimento, que visava criar um exército de supersoldados capazes de combater o nazismo. No entanto, apenas Steve Rogers recebeu o soro que o transformou num quase super-homem. O cientista idealizador do projeto foi assassinado por um espião nazista levando para o túmulo o segredo da fórmula. Assim, cabia a apenas um homem a difícil tarefa de livrar o mundo das forças tirânicas de Hitler. Com um uniforme e equipamentos resistentes (principalmente o escudo), Steve assume a identidade secreta de Capitão América para combater os nazistas. Tem como principal inimigo o Caveira Vermelha, comandante da organização terrorista Hydra, além de ser um brilhante cientista a serviço das tropas do Eixo. O personagem possui milhares de fãs em todo o mundo. Será estrelado por Chris Evans (aquele que fez o Tocha Humana, no Quarteto Fantástico); Hugo Weaving, como o diabólico Caveira Vermelha (V de Vingança, agente Smith de Matrix); Samuel L. Jackson, como Nick Fury; Sebastian Stan, como Bucky Barnes, aliado e amigo do herói ( Gossip Girl) e grande elenco. O filme será um prato cheio para os fãs de HQs e de filmes de heróis!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

UM JEITO CABRAL DE "PALLOCIAR"


A tragédia que revelou uma amizade promíscua entre o até então intocável governador Sérgio Cabral e empresários do ramo de construtoras (principalmente a Delta) esclarece como é fácil para um político, no Brasil, conjugar, na prática, um novo verbo: “PALOCCIAR”, que significa a arte de triplicar seus patrimônios num espaço muito curto e inexplicável de tempo. No caso do governador, contratos sem licitação com empresas de seus amigos envolvendo cifras “insignificantes” de mais de cem milhões de reais, superfaturamentos, etc..., um jeito muito fácil de enriquecer rápido ou “pallociar”. O Brasil jamais será um país de primeiro mundo enquanto políticos e empresários agirem desta forma. Infelizmente, é uma questão de berço. Nossos irmãos portugueses, na época da colonização, só estavam interessados em secar o Brasil de suas riquezas e enviá-las para Portugal. Depois vieram os espanhóis, com o mesmo objetivo em todo o continente. Vilas produtoras de ouro e diamantes não cresciam, pois a riqueza era dividida entre o rei e uma meia dúzia de dignitários, enquanto o povo vivia na miséria. Já naquela época havia os “pallociantes”: vinte diamantes eram encontrados, quinze enviados para a coroa e cinco divididos entre eles. O castigo era pesado, se descobertos: morriam! Mas, o enriquecimento era fácil e rápido, justificava o risco. Tal qual agora. Contratos sem licitação e superfaturamentos constituem um jeito fácil de triplicar patrimônios já gordos, ou seja, “pallociar”! A diferença é que no Brasil atual reina a impunidade. Se as irregularidades envolvendo o governador Sérgio Cabral e seu amigo íntimo Fernando Cavendish, dono da Delta Construtora (campeã de licitações no estado) forem confirmadas, o governador, no mínimo, deveria sofrer impeachment e a referida empresa ser proibida de participar de licitações, além de devolverem todos os milhões de reais aos cofres públicos e responderem processo perante a justiça e o povo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SOB A SOMBRA DE LULA


A possível crise do governo Dilma não foi o caso Palocci. Seria, se ele ainda continuasse no governo. O problema que a presidenta deveria se preocupar em contornar é a situação do Brasil no cenário internacional, ainda maculado pelos refugos do governo anterior. Lula tinha por amizade a escória governamental do mundo: Ahamadinejad, Hugo Chaves, Evo Morales, os déspotas ditadores genocidas africanos; vivia aos abraços com estas criaturas. Sempre idolatrou Fidel Castro e, pelo visto, sentia uma afinidade pela causa do terrorista Cesare Battisti. Em seu governo, deu acolhida ao assassino responsável pela morte de quatro pessoas, na Itália. Caberia a Dilma ligar o ventilador e mandar para longe a poeira malcheirosa que paira sobre os países latino-americanos de serem falsas democracias. Tem uma ótima oportunidade de fazer isso agora, questionando a decisão do Supremo Tribunal Federal de negar a extradição de Battisti para a Itália, onde seria julgado por suas acusações de assassinatos. Que fará Dilma? Mostrará que é uma governante independente, que não governa sob a sombra de Lula ou cruzará os braços, enquanto o Brasil é levado como réu à Corte Internacional de Haia, por dar guarida a um terrorista assassino, como Cesare Battisti, afrontado uma nação amiga, como a Itália? A presidenta brasileira ainda tem tempo de reverter essa situação e impedir que o Brasil vá a julgamento por uma atitude tão antidemocrática. No entanto, cometeu um contrassenso recentemente. Ao mesmo tempo em que recebeu com honras o caudilho venezuelano Hugo Chaves (o mesmo que Lula faria), recusou-se a receber a advogada e ativista iraniana, Shirin Ebadi, defensora dos direitos humanos e por isso ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2003(o mesmo que Lula faria).

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O LIVRO BURRO APROVADO PELO MEC


A decisão do MEC de permitir que o livro da professora (?) Heloísa Ramos seja distribuído nas escolas do país apenas enfatiza a incompetência da instituição em melhorar a qualidade do ensino no Brasil, um dos piores do mundo. O livro “Por uma vida melhor” afirma que erros grosseiros, em linguagem popular, como “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe” podem ser aceitáveis. A suposta professora defende uma supremacia da linguagem corriqueira e popular sobre a linguagem escrita, admitindo os erros grosseiros. E o Ministério da Educação simplesmente cruzou os braços quando o malfadado livro foi distribuído para 485 mil estudantes jovens e adultos. O MEC se defende afirmando que “não é o Ministério da verdade”. Mas, afinal, para que serve o Ministério da Educação e Cultura? Se não é de sua atribuição supervisionar a qualidade de um livro que vai ser distribuído para milhares de alunos brasileiros, para que serve, então, esta instituição? E a suposta professora (?) Heloísa Ramos, no que se inspirava, ao escrever tal livro? Pelo visto, a referida senhora deve ter muita dificuldade de ensinar qualquer coisa para qualquer criança, sejam seus filhos, sobrinhos, netos, alunos... Segundo ela, o idioma português deve ser muito difícil. E é! Mas, possíveis mudanças jamais poderiam chegar à desconsideração de noções fundamentais de concordância, que dão elegância ao idioma. Por que a suposta professora autora do tal livro não luta por mudanças mais práticas (não menos passíveis de críticas), como, por exemplo, abolir o “Ç” e os “SS”? Toda palavra com som de “S” seria escrita simplesmente com “S”. E as palavras escritas com som de “Z” seriam escritas com “Z”. Ninguém luta por isso porque envolve a anuência de todos os demais países de língua portuguesa do mundo. Mas, é certo que o Brasil será criticado se as idéias idiotas da suposta professora forem absorvidas pelo sistema educacional brasileiro. Em vista da inutilidade do MEC em resolver o problema, caberá aos pais impedirem que tal livro chegue às mãos de seus filhos, assim como os verdadeiros professores podem se recusar a utilizá-lo nas salas de aula!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

BULLYING - De quem é a culpa?


A tentativa de suicídio por parte de um jovem estudante da Escola Municipal Rondon, em Realengo, RJ, enfatiza o aumento e a gravidade da praga que assola os estabelecimentos de ensino em todo o mundo, o BULLYING! Na verdade, bullying sempre existiu, porque caçoadas e zombarias são características inerentes aos jovens e crianças, por uma razão muito simples: a criança, que não tem uma personalidade formada e vive um processo de aprendizado de tempo integral, tem uma tendência natural para absorver com mais naturalidade o que é ruim, mal. Cabe aos pais corrigir isso. Mas, não fazem. Por falta de tempo (ou interesse) não procuram amoldar uma personalidade adequada aos filhos desde a tenra infância. Na maioria das vezes, permitem que os filhos desenvolvam seu aprendizado sobre a vida nas ruas ou delegam esta responsabilidade para as escolas e professores. Sim, os pais negligentes têm grande parcela de culpa pela existência de bandidos (meninos e meninas) que praticam o bullying nas escolas. Faltou educação adequada, uma preparação para a vida no seio do lar a da família. A outra parte da culpa cabe aos reitores, diretores, professores e secretários de educação, que fazem vista grossa à existência deste proceder abominável em seus estabelecimentos de ensino. Aliás, esta também é a atitude dos pais quando descobrem que seus filhos praticam o bullying: antes praticar do que ser vítima!

sábado, 9 de abril de 2011

A BESTA-FERA DE REALENGO


A mídia deveria parar de mencionar o nome da besta-fera de Realengo, bem como não mais exibir a foto de seu focinho nos jornais, revistas e televisão. Por quê? Porque isso é exatamente o que ele queria. Psicopatas querem notoriedade. Alguns conseguem obtê-la em vida praticando crimes em série. Outros, incapazes de fazer isso, tentam obtê-la praticando um ato hediondo e cruel e suicidando-se em seguida. O verme de realengo é desse tipo. Provavelmente, regalou-se com os crimes semelhantes cometidos nos EUA e na Europa e pensou em praticar um ato semelhante para ganhar destaque, após a sua morte, aqui no Brasil. Adicionou a isso um desejo de vingança, um recalque do passado que o amargurava até o último dia de sua vida imprestável e inútil. Era misógino (por alguma razão odiava as meninas), mas, também não preservou os meninos que estavam junto delas. Antes de praticar o seu ato de aberração, imaginou o seu nome e a foto de sua carranca nas manchetes dos jornais, rádio e televisão, exatamente como está ocorrendo agora. Isso tem que parar! Psicopatas como ele existem aos montes, quietos, introspectivos, sem demonstrar nenhuma atitude de qualquer desvio mental, mas que provavelmente invejam a fama obtida pelo micróbio de Realengo após seu crime hediondo. Basta de mencionar seu nome, basta de exibir sua foto, refiram-se a ele como verme, besta, criatura, micróbio, usem termos para desonrá-lo, não lhe dêem a fama que ele queria e não estimulem outros psicopatas a repetir o seu ato insano. Isso é possível fazer. Mas, algo mais deveria ser feito ainda. Entre os antigos israelitas havia um tipo de crematório onde eram atirados lixo, carcaças de animais e os corpos de criminosos indignos de sepultamento. Será que esta besta-fera merece um sepultamento, como ele pediu em sua carta? Seu corpo deveria ser esquartejado e cada pedaço jogado num depósito de lixo diferente da cidade, para servir de alimento às aves necrófagas e de exemplo para outros psicopatas que pensam em ganhar fama e notoriedade praticando crimes hediondos!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O LAGO VOSTOK


Já ouviu falar do lago Vostok? Se não ouviu, as informações sobre ele causarão surpresa e espanto. Está localizado, pasmem, há 4 quilômetros sob o gelo da Antártica, debaixo da base soviética do mesmo nome. Descoberto em 1996, cientistas tentam desvendar o mistério do único lugar em que se supõe que o homem ainda não tenha explorado na Terra. Ou seja: um lugar intocável! Mas, como? Um lago sob o gelo? Sim, de águas límpidas e cristalinas! A explicação científica para isso é que o calor do solo da Antártica fundiria o gelo e a grossa camada de gelo acima serviria como uma espécie de isolante térmico, deixando a água em estado líquido. As dimensões do lago são fantásticas: 250 km de cumprimento, 50 km de largura, 300 metros de profundidade, numa área total de 15.690 km². Os cientistas estão eufóricos. A idade do lago é estimada em 15 milhões de anos. E, onde há água, há vida! Vida intocável desde 15 milhões de anos atrás, os primórdios da existência do nosso planeta! Para a ciência, conhecer o lago significará dar um grande passo para conhecer a origem da vida, na Terra. E, por pouco, isso já não aconteceu. Uma sonda quase percorreu os 4 km de profundidade sob o gelo e atingiu o lago. O feito só não foi concretizado devido à chegada do rigoroso inverno do pólo sul, que obrigou a equipe científica a uma retirada rápida. Pesquisas, agora, só no próximo verão glacial. Mas, ao passo que alguns cientistas estão eufóricos, outros estão preocupados. Não desejam que o lago seja contaminado por gases da atmosfera, elementos químicos ou a própria vida externa do planeta. Outros estendem a sua preocupação a um nível mais catastrófico, caso ocorra exatamente o contrário: um organismo do lago contamine o planeta e extingue a vida na Terra! A resposta? Só quando terminar o inverno no pólo sul!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ONDE ESTÁ VOCÊ, JORGETE?


O Brasil não sofre com terremotos ou furacões, mas, sofre com as chuvas de verão. Uma catástrofe que se repete ano após ano e com um número cada vez maior de vítimas. A presidente Dilma, horrorizada com a tragédia da região serrana do RJ, como todos nós, assumiu a responsabilidade do governo federal pelo ocorrido... Esperança de eficazes medidas preventivas para o ano que vem. Mas, até então, temos de encarar de frente o horror e a perda de vidas amadas... ou, na melhor das hipóteses, a dúvida sobre o destino e o bem estar de parentes e conhecidos que moram nas regiões afetadas. No meu caso, Jorgete. Conheci-a num site de relacionamentos, conversamos algumas vêzes através do MSN. Desde o início da catástrofe, em Teresópólis, que ela não dá notícias. Onde está você, Jorgete? Espero que tudo volte ao normal, que você e seus familiares estejam bem e que dê notícias. Um abraço caloroso, amiga...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

PERDEU, FALSO ROBIN HOOD


Robin Hood era um herói do folclore inglês, conhecido como o “Príncipe dos Ladrões”, porque roubava dos ricos para dar aos pobres. Perseguido pelo rei Ricardo Coração de Leão, vivia escondido na floresta de Sherwood. Traficantes cariocas foram considerados “Robin Hoods” modernos por muitos moradores das favelas durante os anos em que estes criminosos imperaram solenes na cidade. Quando alguém precisava de um botijão de gás, bastava conversar com um dos capachos do chefão (era difícil ter acesso ao figurão) e o dinheiro para garantir o almoço (ou jantar) aparecia. O mesmo se aplicava à compra do material escolar, prestação, passagem para ir ao médico ou ao trabalho ou simplesmente um quilo de arroz e feijão. Como juiz e mandatário total do morro, tinha o direito de decidir sobre a vida de seus comandados e das próprias pessoas da comunidade. Apresentava-se como justo e, mesmo sendo um bandido e criminoso, era apreciado por muitos no local. Mas, ao contrário do herói inglês, o que ele dava com uma mão, tirava com as duas. Quando em confronto com a polícia, ordenava a seus asseclas que alvejassem um morador da comunidade (sempre com uma arma semelhante às usadas pelos policiais) para atrair a atenção da população e da imprensa e culpar a polícia por mais uma “bala perdida”. Os traficantes agiram assim durante anos. Com a chegada das “UPPs”, os bandidos foram perdendo a batalha contra a lei e ficaram desesperados. Diferente do Robin Hood inglês (que só agia contra os ricos tiranos) os bandidos atacavam o povo, a população humilde e desarmada, que viajava nos “busões” para trabalhar. E estas pessoas, ao vê-los fugir como ratos de esgoto na tomada da Vila Cruzeiro e o Morro do Alemão, mostraram total apoio ao trabalho conjunto da polícia e das Forças Armadas, denunciando seus esconderijos, depósitos de suas mercadorias ilícitas, armas, rotas de fuga, etc... O mítico Robin Hood inglês tornou-se um herói nacional. O traficante, por sua vez, todos querem esquecer. PERDEU, falso Robin Hood!