quarta-feira, 5 de novembro de 2008

QUEM SERÁ O JACK BAUER DE BARACK OBAMA?


A possibilidade de um Presidente da República negro nos EUA foi idealizada no seriado 24 horas, quando o ator Dennis Haysbert protagonizou o presidente David Palmer, que, durante toda a sua gestão, enfrentou ameaças terríveis. Felizmente, havia um Jack Bauer para ajudá-lo. Barack Obama também deverá manter os olhos bem abertos, principalmente no início de seu governo. Como seria de se esperar, sua linha de atuação estará voltada para a crise econômica americana (e mundial) e esta pode ser uma ótima ocasião para os fundamentalistas islâmicos dar-lhe as boas vindas bem ao estilo 24 horas. Além do mais, a eleição de um presidente negro foi um duro golpe no racismo americano, que, infelizmente, ainda continua vivo com seus psicopatas à solta. Sem falar no relacionamento com os russos (um tanto abalado pela crise na Geórgia); o combate aos Talibãs, no Afeganistão; os soldados no Iraque... Ufa! Tomara que haja um Jack Bauer para ajudá-lo!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A INCOMPETÊNCIA DA POLÍCIA PAULISTA: POR QUE NÃO USOU O ATIRADOR DE ELITE?


Segundo o Cel. Eduardo Félix de Oliveira, comandante do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) e responsável pela operação no caso do sequestro e cárcere privado em Santo André, SP, a polícia teve várias oportunidades de fazer uso de atiradores de elite, o que, certamente, acabaria com o tormento das meninas mantidas como reféns. Só não deu a ordem para o tiro porque, de acordo com seu próprio depoimento, o tal Lindemberg "era um bom rapaz, não tinha antecedentes criminais e estava sendo motivado pelo amor." Que absurdo! Desde quando um bandido precisa de um documento para comprovar sua má índole? Ninguém nasce criminoso, mas, passa a sê-lo à partir do momento em que comete um crime. Quando o desequilibrado invadiu o apartamento em Santo André e fez a ex-namorada, Eloá, de apenas 15 anos e sua principal amiga, Nayara, também 15 anos, como reféns, deixou de ser um bom rapaz e passou a ser um criminoso. Á partir daí, apenas dois finais para o sequestro seriam aceitáveis... A LIBERTAÇÃO DAS REFÉNS ILESAS E A PRISÃO DO SEQUESTRADOR, se as negociações progredissem de forma positiva. Mas, desde o início, Lindemberg mostrou-se calculista. Devido às facilidades que ainda usufruia no interior do apartamento (por permissão da polícia) como o uso de água, luz (assistia TV e acompanhava as notícias sobre tudo o que ocorria do lado de fora), telefone, não foi difícil, para ele delinear o perfil do comandante do GATE: um policial sentimental, inseguro, fraco em decisões, que mais parecia interessado na segurança do bandido do que das reféns. Inebriado pela fama e destaque que a polícia permitia que experimentasse, o criminoso adiava ao máximo o desfecho que, desde o início, havia planejado para o sequestro: assassinar as meninas! No ínterim, brincava com a polícia: libertou Nayara, para depois exigir novamente sua presença no interior do apartamento, no que foi absurdamente atendido pelo GATE! Nesse ponto, apenas um final para 0 sequestro salvaria a vida das meninas: A EXECUÇÃO DO BANDIDO! A polícia tem que ter competência para discernir o perfil de um criminoso que esteja, de fato, negociando ou apenas procrastinando, como fazia o sequestrador. E não pode ter medo de sofrer críticas por executar um bandido, como fez o camandante do GATE. O resultado da inoperância e incompetência da polícia paulista nos conhecemos: a morte da jovem Eloá e um tiro na boca de Nayara que, certamente, necessitárá de acompanhamento psicológico durante algum tempo. Segundo o Cel. Eduardo Félix de Oliveira, o responsável pela tragédia foi o criminoso, por ter disparado sua arma. Em parte, tem razão. Mas, a polícia paulista deveria ter cortado o mal pela raiz e tem sua parcela de responsabilidade pela morte de Eloá por não ter disparado a sua arma, através de um atirador de elite, quando teve várias oportunidades de fazê-lo. Afinal, atiradores de elite existem para isso: por fim às atividades de um criminoso, antes que ele ponha fim à vida de um refém!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

"O POVO TEM O GOVERNANTE QUE MERECE"


Dos 75 candidatos com "ficha suja" (algumas, imundas), 37 foram eleitos ou reeleitos em capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Boa Vista, Palmas e Cuiabá. Isso sem mencionar as inúmeras cidades do interior espalhadas pelo país. O caso mais notório ocorreu no Rio, com a eleição da presidiária Carminha Jerominho (hoje em liberdade), aquela que, juntamente com o resto da família "metralha", pai e tio, foram trancafiados, acusados de liderar milícias. As explicações para essa comprovada indiferença que o povo dá a reputação do candidato é a desinformação, falta de consciência da importância do voto e, o mais comum, é que esses indivíduos (os candidatos com fichas sujas) geralmente estão envolvidos em obras sociais que beneficiam a população, principalmente nas favelas. Ou seja: atuam onde o governo fracassa! O sistema é falho por inteiro. Deveria, pelo menos, inpedir a candidatura desses elementos envolvidos na contravenção ou marginalidade!

sábado, 4 de outubro de 2008

A HORA DE TORCER PELOS AMERICANOS


A onda anti-americana que se espalhou pelo mundo vai dar uma arrefecida. Mesmo porque a maioria dos que são contra os EUA o fazem por modismo (enchem a cara de Coca-Cola, devoram hamburgers e seus filhos têm seu primeiro emprego nas lojas MacDonald's). A não ser alguns países árabes, para quem os EUA e seus aliados (ou seja, todo o resto do mundo ocidental) são o Satã a serem aniquilados por Alá na Jirad islâmica; ou algumas nações comunistas (China e Coréia do Norte, afinal, democracia e comunismo são dois bicudos que não se beijam); ou alguns protótipos de ditadores latino-americanos, como Hugo chaves e seus capachos, que não têm nada mais importante para fazer do que implicar com George Bush. Agora, têm de torcer os narizes e desejar boa sorte para os EUA. Mesmo o presidente Lula, que andou fazendo ironias e gracinhas (blefa até hoje) em relação aos problemas da economia americana, já começou a esquentar a cabeça (e a barba também) com os respingos da crise que já começa a atingir o Brasil. Até mesmo o mais leigo entendedor (ou não-entendedor) de economia é capaz de reconhecer a influência que os EUA exercem no mundo. E que é bom para o mundo que a economia dos americanos esteja forte!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O BONECO ASSASSINO E SEU CAPACHO


Evo Morales, presidente da Bolívia e capacho de Chucky, o boneco assassino (também conhecido como Hugo Chaves, ditador da Venezuela) expulsou o embaixador americano de seu país, como se os EUA fossem os responsáveis pela situação de quase guerra civil na nação boliviana. O boneco assassino fez o mesmo, na Venezuela. Interessante é que essas atitudes insanas coincidem com o momento em que a Rússia tenta iniciar mais uma guerra fria praticando jogos de guerra com a Venezuela nas águas do Mar das Antilhas ou do Atlântico sul. O boneco assassino venezuelano gosta disso. Já andou mexendo seus soldadinhos de chumbo na fronteira com a Colômbia na recente crise da execução de um dos líderes das farcs. Sua vida gira em torno de tentar ser igual a George Bush, a quem, no fundo, ele mais admira, como líder mundial. Mas, para conseguir ser igual a ele, tem que ser contra ele. E isso ele não pode fazer sozinho, nem simplesmente com a Bolívia ou com o louco do Irã que só vive com bombas na cabeça. Ele precisa dos russos e eles já estão aqui. E o que nós, americanos do sul, simplesmente preocupados em fortalecer a democracia menos precisamos é de navios e submarinos nucleares russos patrulhando nossa vizinhança. Hugo Chaves é uma chaga aberta que ameaça a paz no continente e Evo Morales também. O povo da Bolívia está se revoltando e, talvez, o povo venezuelano também faça o mesmo. Uma solução caseira para uma crise que começa a ganhar níveis internacionais!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A CONQUISTA DA LUA E O LARGE HADRON COLLIDER


Quando o homem desceu sua espaçonave na lua e pisou em nosso satélite pela primeira vez, muitos achavam que seria o fim do mundo. Desde então, o homem ainda sente sede de conhecimento pelo desconhecido. Desistiu um pouco de se aventurar, pessoalmente, pelo espaço; mas, suas naves e telescópios continuam enviando informações, fotos e imagens do infinito. Por aqui, andou se envolvendo com o código genético, fez algumas clonagens e, à partir dessa quarta feira (10 de setembro) tentará dar um salto maior na busca do conhecimento sobre a origem da matéria e do próprio universo: ativará o Large Hadron Collider (LHC), um túnel circular de 27 km de circunferência, a 100 metros de profundidade, na fronteira da suíça com a França. O objetivo: criar pequenos Big-Bangs (teoria da grande explosão que deu origem ao universo). Novamente, o temor do fim do mundo volta à tona. Com uma pequena diferença: na época da conquista da lua, apenas os simplórios acreditavam que a lua fosse explodir ou despencar quando o homem lá chegasse. Hoje, há cientistas temerosos que um pequeno engano possa ocorrer no LHC com consequências desastrosas, como, por exemplo, a criação de um buraco negro que poderia se expandir e engolir todo o planeta. Ficção científica? Talvez, mas, os construtores do Titanic também disseram que o navio era insubmergível, tinham tanta certeza como os cientistas do LHC, que atestam a segurança do projeto, mas, que lidarão com formas de energias poderosas e desconhecidas. Na foto ilustrativa, o anel branco representa o túnel, onde partículas de energia serão liberadas a uma velocidade praticamente igual a da luz, em sentido contrário, para que se choquem... e ver no que vai dar!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

BRASILEIRAS PODEROSAS NAS OLIMPÍADAS


O Jornal O Globo publicou uma série de fotos das brasileiras que conquistaram medalhas nas olimpíadas de Pequim na capa de seu caderno de esportes, de domingo. Bela homenagem àquelas que reconheceram que foram agraciadas por terem tido a oportunidade de representar seu país numa olimpíada e, o que é melhor, trazer uma medalha. Parabéns as meninas do vôlei de quadra; a Maurren Maggi, do salto em distância, pelas medalhas de ouro. Parabéns a Isabel Swan e Fernanda Oliveira, da vela; assim como Katleyn Quadros, do judô e Natália Falavigna (adorei ver essa menina competindo) do taekwondo, pelas preciosas medalhas de bronze. O sorriso de todas essas atletas citadas é o sorriso de todos os brasileiros orgulhosos de sua participação. De negativo na foto de O Globo, apenas as carrancas de seriedade de todas as meninas do futebol feminino (impressionante, parece que combinaram não sorrir!) demonstrando nítido descontentamento pela conquista da medalha de prata. Pura vaidade! No início, pensei que faltou apenas competência não ter obtido o ouro. Mas, depois da foto da premiação, vejo que faltou muita humildade e até mesmo uma certa dose de patriotismo. Essas atletas deveriam reconhecer que aquelas medalhas em seu peito pertencem muito mais ao país do que a elas próprias. E que o privilégio de representar o Brasil numa olimpíada deveria superar qualquer desgosto por não ter obtido o ouro. Mas, apesar de não justificar, reconhecemos que o futebol feminino não recebe apoio algum da CBF. Que essas autoridades desportivas tomem vergonha na cara e passem a dar condições do futebol feminino continuar conquistando medalhas para o nosso país... quem sabe, o ouro, em Londres? Mas, se não vier, que as nossas meninas do futebol sorriem!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

INVASÕES E GENOCÍDIO


Invasões e genocídios sempre ocorreram na história da humanidade. A tentativa de destruir, total ou parcialmente um grupo nacional, étnico, racial ou religioso sempre perdurará, enquanto um povo se achar mais merecedor da vida e liberdade do que o outro. Os hebreus, um dos mais antigos povos da humanidade, talvez tenham sidos os primeiros a dizimar povos e culturas na sua tentativa de encontrar uma terra melhor para viver. Heróis e assassinos se levantaram, desde então. Alexandre, o Grande; Genghis Khan; Átila, rei dos hunos, o flagelo de deus; mais modernamente falando, Hitler... Heróis, para uns, assassinos para outros... Mas, o que diferencia um herói conquistador de um genocida? O que diferencia o imperador japones, que na segunda guerra mundial, dizimava os povos do sudeste asiático, do presidente americano, que lançou sobre o Japão duas bombas atômicas? Heróis para uns, genocidas para outros! E hoje, será que as coisas mudaram? Genocídios continuam acontecendo no mundo. Ocorreu há pouco tempo na chamada limpeza étnica das Balcãs, ocorre atualmente nas limpezas étnicas tribais em muitas nações africanas e, o que é pior, muitos líderes mundiais ainda querem mais. O louco do Irã que só vive com bombas na cabeça disse que "Israel deveria ser varrido do mapa". E as autoridades russas já estão direcionando seus mísseis em direção à capital da Geórgia. Não que este pequeno país das extintas repúblicas soviéticas represente algum perigo para o povo russo, mas as autoridades russas não admitem que o seu poder de influência sobre a Ásia e sobre a europa oriental (já tão pequeno, depois da queda do muro de Berlim e da fragmentação das repúblicas soviéticas) sofra mais algum abalo. A Rússia parece sentir falta do tempo da guerra fria, onde mantinha a condição de ser uma das duas grandes superpotências mundiais, ao lado dos EUA. Hoje, há apenas uma superpotência no mundo, mas, parece que o governo russo ainda não se conformou com isso. As palavras de um importante oficial militar soviético preocupam e assustam as nações que pertenciam ao antigo Pacto de Varsóvia, da Europa Oriental: "Respeitamos a soberania e a independência da Georgia, mas, não sua integridade territorial". Ou seja: eles se acham no direito de invadir qualquer país! A Polônia já foi ameaçada, por permitir que os EUA instalem, em seu território, o polêmico escudo anti-mísseis; a República Tcheca está preocupada, pois já foi vítima de invasão soviética, no passado. Vamos esperar que a diplomacia resolva as questões levantadas. A invasão à Georgia, em si, já é perigosa, pois vai acabar exigindo uma tomada de atitude mais dura por parte dos EUA e seus aliados europeus; a invasão a outro país (à Polônia, por exemplo) seria o mesmo que uma declaração de guerra da Rússia a todo o ocidente... Genocídio à vista! Esperamos que não!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

ARGENTINA - EXEMPLO DE FUTEBOL PARA OS CHINESES

Doa a quem doer... Foi para quem? Para a Argentina! De quanto? 3x0! Só que bem diferente das ocasiões passadas em que a seleção brasileira infligiu 3x0 nos hermanos, que souberam perder sem praticar o anti-futebol e a pancadaria que os brasileiros praticaram hoje. A vasta maioria dos chineses foram ao estádio assistir a uma exibição de gala do Brasil, mas passaram a aplaudir e a torcer pela Argentina. Qual a explicação para mais esta catástrofe da seleção brasileira nas olimpíadas? Vejo duas razões: 1°) O estrelismo de alguns jogadores do Brasil quando vestem a camisa da seleção. Fazem-no como se estivessem numa passarela, para exibição de suas vaidades. Quando enfrentaram times fracos, venceram sem dificuldades ou esforço; mas quando se defrontaram com uma Argentina, quando tinham de arregaçar as mangas e trabalhar, perderam de maneira vergonhosa. Como bem definiu um chines ao apresentar o motivo de torcer pela Argentina: "Os brasileiros são famosos, jogam de salto alto!" 2°) Não tem técnico nem comissão técnica. Há muito tempo! SOLUÇÃO: Contratar um técnico e uma comissão técnica e acabar com a falta de humildade de alguns jogadores. Caso contrário, corremos o risco de, pela primeira vez na história de nosso futebol, ficar fora de uma Copa do Mundo!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

RODADA DE DOHA: A LEI DO MENOR ESFORÇO


Os efeitos do protecionismo dos países ricos que o Brasil tanto tentou combater na fracassada Rodada de Doha na verdade representam apenas um círculo vicioso que contamina todas as autoridades nacionais no que se refere a solução de problemas econômicos: a lei do menor esforço! Problemas internos poderiam ser resolvidos independentes de mudanças de comportamento das nações mais ricas. Para o comprador internacional, o Brasil é um péssimo vendedor, os produtos brasileiros são como a cozinha suja de um restaurante ou como a prateleira contaminada de um supermercado! A incapacidade de erradicar a febre aftosa afasta o comprador de nossos produtos suínos e a incapacidade de, simplesmente, fiscalizar o gado nacional resulta em constantes embargos de países europeus à nossa carne bovina! Enfim, Doha não teria tanta importância se o governo desse importância às soluções caseiras de nossa economia!