quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

A CERVEJINHA DIANTE DA TV

Ridículo e desprovido de qualquer criatividade O comercial da Antártica onde um ajudante de caminhão, no pleno exercício de suas atividades, é feito de palhaço por um idiota (na ociosidade) quando este o manda retornar para a rua na entrega de uma carga. Ô, turma da Antártica? Quanto vocês pagaram por isso? Eu, por muito, muito, mas, muito menos, faria bem melhor!
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Por outro lado, muito bem feito o da Itaipava, com a perfeita sincronia do andar das moças bonitas de biquini com a musiquinha no fundo!
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Lamentável e muito triste o que ocorre com Kátia, jogadora da seleção feminina de basquete. Acometida de um problema grave no coração, quando passou mal durante uma partida pela seleção, se encontra em completo estado de abandono, passando, lamentavelmente, até por necessidades financeiras. Que país é esse? Onde estão os patrocinadores? Onde está a entidade responsável pelo basquete nacional? Onde estão os políticos, que não dão a essa menina uma aposentadoria, visto que ela se acidentou em trabalho? Onde está a OAB? Onde estão Oscar, Hortência, Marta, ícones do basquete brasileiro, será que ninguém pode abraçar esta causa?
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Não existe novidade alguma em se fazer uma novela cujo tema sejam os mutantes, há anos abordados pelos quadrinhos e filmes americanos. Existiria, sim, uma necessidade de competência, não pelos efeitos especiais, que ainda estamos longe da técnica do cinema e TV americanos, mas, pelo menos um roteiro inteligente e um diálogo um pouco mais adulto. Não vemos isso na novela da Record, infelizmente. Os diálogos são infantis, pobres e as cenas de ação muito fracas. Vale apenas pelas tentativas de se produzir alguns efeitos especiais, muito pouco explorados ainda no Brasil.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

DOSE CULTURAL

Os dois mineradores de ouro estavam trabalhando ardualmente, num campo da Califórnia, sob um sol escaldante. Há dois anos, trabalhavam sem descanso à procura do metal precioso e esquivo.
Para um deles, Bill, aquilo era uma tarefa habitual. Procurava ouro havia muitos anos, e, a rigor, não sabia fazer outra coisa. Mas Sam chegara à Califórnia apenas de passeio e aquele trabalho tão duro e exaustivo não lhe agradava nem um pouco.
- Fique aqui comigo e eu farei de você um homem rico, Sam - dizia Bill. - Tenho certeza de que encontraremos ouro desse vez.
Á tardinha, Bill deu um grito:
- Venha ver, Sam! Ouro! Ouro! Conseguimos, Sam!
Mas, o outro olhou as pequenas pepitas e disse:
- Isso não me parece grande coisa...
No dia seguinte, Bill e Sam voltaram ao trabalho, mas pouco encontraram. Para Sam, era o fim. Voltou à cabana, mudou de roupa e deixou um bilhete para o sócio: "Pode ficar com tudo, bill, nunca tive a intenção de trabalhar tanto. Deve haver uma maneira mais fácil de ficar rico." Em seguida, partiu para nunca mais voltar.
Quando bill leu a nota, não se importou muito e continuou a trabalhar. Alguns dias depois, encontrou um riquíssimo filão de ouro. Bill era um homem rico.
Se tivesse trabalhado mais um pouco, Sam também teria ficado rico. Mas, nesse caso, Samuel Clemens talvez jamais teria escrito as obras literárias que o tornaram imortal, quando mais tarde escolheu o pseudônimo de Mark Twain!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

UMA DOSE NO ESCURO: HALLOWEEN


Alguém sabe quem foi Simon Bolívar? O libertador das Américas, muitos dirão. Mas, se não soubessem, que importância teria? Nenhuma! Simon Bolívar não teve nenhuma importância para a história do Brasil, assim como Tiradentes e D. Pedro I não tiveram nada a ver com a história da Venezuela. Mas, parece que o protótipo de ditador venezuelano não pensa desse modo. Hugo Chaves considera superficial o conhecimento de Simon Bolívar no Brasil e apresenta um livro contendo 100 textos que o herói nacional venezuelano escreveu entre 1805 e 1830. O objetivo é que o livro seja adotado por professores que desejarem usá-lo como complemento para o currículo obrigatório para as escolas brasileiras. Na Venezuela, Chaves minou a independência das instituições de educação públicas e privadas, tomou o controle ideológico das escolas, tornando-as sem personalidade. Estudantes fazem manifestações públicas de protestos contra essas e outras medidas, bradando jargões como: " Tem que estudar, se não estudar, chavista vai virar." Muitas dessas manifestações são contidas com violência e morte. Agora, esse mesmo Hugo Chaves quer estabelecer, no Brasil, aquilo que ele acha ser importante para as escolas nacionais. Enquanto isso, aparentemente alheio a essa real ameaça a cultura de nosso país, o grupo MV-Brasil continua em sua inútil campanha anti-americana, como se os EUA fossem uma ameaça à nossa cultura. Gastando tempo e dinheiro (5.000,00) em sua última campanha " Halloween é satanismo, o Brasil é um país cristão", não creio que esse grupo esteja interessado na preservação da cultura nacional. Está parecendo mais uma plataforma política para futuras eleições. Os EUA não tentam impor sua cultura no Brasil. A Coca-Cola, o Mac-Donald's, a Microsoft, os livros, as músicas, os filmes, etc... etc... etc... simplesmente são assimilados pelo povo. A nossa cultura é rica e linda, mas a influência natural de outras culturas só faz acrescentar, principalmente a americana, que já está absorvida pelo Brasil. Curiosamente, nem o argumento usado pelo MV-Brasil (a origem pagã do Halloween) tem sentido, visto que nós já comemoramos muitas festividades de origem pagã, tais como os aniversários natalícios, o dia de ano novo, o próprio natal, se levarmos enm conta que Jesus não nasceu em 25 de dezembro, etc... Portanto, se o MV-Brasil estiver realmente interessado em preservar a cultura nacional, trate de combater o Chavismo, que já possui raízes encravadas no país!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

UM DRINK ALÉM DAS FRONTEIRAS DO UNIVERSO


Há trinta anos o astrônomo Carl Sagan recebeu uma curiosa missão: escrever uma mensagem para habitantes de outros planetas. DATA: 5 de setembro de 1977, uma época em que temia-se que a Terra fosse aniquilada por uma guerra nuclear. Carl Sagan preparou a mensagem utilizando-se de imagens do planeta, pessoas jovens e velhas, homens e mulheres, animais, sons de um beijo, mãe conversando com um filho recém-nascido, saudações em vários idiomas, música... O mensageiro, a nave Voyager 1, desde então cumpre fielmente sua solitária missão pelo universo, ainda enviando informações importantes para a terra. Atualmente, encontra-se na extremidade do sistema solar, onde desaparece a influência do sol, a uma distância de 100 UA (Unidade Astronômica). Cada UA equivale à distância compreendida entre a Terra e o sol (150.000.000 de quilômetros). Em 5 anos atingirá o espaço interestelar, onde apenas naves como a ENTERPRISE (Jornada nas Estrelas) e o JUPITER 2, da família Robinson (Perdidos no Espaço) conseguiram chegar. Encontrará alguém para ler a mensagem? Sinceramente, acredito que sim. O universo é imenso demais para que a experiência de vida, seja criativa ou evolutiva, tenha sido feita apenas aqui. Adeus, Voyager! Minha mente romântica e sonhadora te imagina agora viajando solitária por esse espaço infinito. Espero que um dia tua viagem tenha fim, que alguém te encontre e receba a mensagem de amor e poesia que carregas contigo!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

UM DRINK NO INFERNO

A onda anti-americana em todo o mundo é impressionante e tentar entender as medidas extremas de George Bush é difícil, principalmente as adotadas no Iraque. No Brasil, não é diferente. Mas, temos de tomar cuidado para não adotarmos uma postura favorável a conhecidos ditadores (declarados ou embutidos) só porque são contrários aos americanos. Refiro-me a Fidel Castro, Hugo Chavez,Evo Morales e o louco do Irã que só vive com bombas na cabeça (esse o mais belicoso). Fidel Castro já está no fim da vida e acredito que os cubanos só estejam aguardando a sua partida para transformar o país numa democracia; Evo Morales é um ingênuo capacho de Hugo Chaves, mas, capaz de causar uma dorzinha de cabeça, como ocorrido no caso da Petrobrás, logicamente orientado por seu guru venezuelano; Hugo Chavez, com suas idéias hegemônicas para com a América Latina chega a ser hilário, mas já está pensando em intervir militarmente na Bolívia caso haja um golpe de estado; e quanto ao louco do Irã, este sim, é preocupante. E não só os americanos devem se preocupar com ele, todo o mundo ocidental deveria fazê-lo. Basta conhecer um pouquinho do Islã para entender. A múmia viva Osama Bin Laden, em seu último vídeo divulgado na internet deixou bem claro que todo o ocidente é inimigo dos muçulmanos quando disse que os EUA só se salvariam (de alguma possível destruição) se se convertessem ao Islã. É lógico que ele se referia à Jihad islâmica, a aguardada guerra santa onde se espera que Alá ponha fim a todo aquele que não o adore. O mais perigoso em tudo isso é que, segundo a crença islâmica, Alá usará representantes humanos nessa destruição. Quem seriam? Os xiitas, sunitas, curdos, algum dos inúmeros grupos terroristas que, mesmo cometendo atrocidades contra civis inocentes, ainda acham que estão fazendo a vontade divina? Saddam Russein chegou a se arvorar como tal, até ser derrotado pelos americanos e aliados. Imaginem o que não fará esse louco do Irã se conseguir obter a tão desejada bomba? Pelo menos nisso temos de estar ao lado dos EUA!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

UM DRINK EM FAMÍLIA

Mais um caso de violência envolvendo jovens ocorreu no final de semana em Botafogo, quando dez membros de uma gangue espancaram covardemente um universitário que andava de bicicleta. Felizmente, a vítima sobreviveu a uma onda de chutes e pontapés que visavam principalmente a cabeça. Qual é a causa para tanta violência? São várias, mas, quero ater-me a algumas relacionadas aos pais. Primeiro - A FALTA DE TEMPO PARA COM OS FILHOS - Devido à correria do dia-a-dia, muitos pais passam pouco tempo com os filhos, desconhecendo para onde vão, com quem estão e o que fazem. Não é desculpa, é inconcebível que um pai não saiba, por exemplo, que seu filho faça parte de uma gangue. Segundo - LIBERDADE DESCONTROLADA - Temendo serem taxados como pais "ultrapassados" e preferindo serem reconhecidos como pais "moderninhos", permitem aos filhos fazerem o que bem entendem desde cedo, enquanto ainda são crianças. A liberdade deve ser vigiada, monitorada, com bom senso, não importa se os filhos são menores ou maiores de idade, enquanto ainda estejam vivendo sob o mesmo teto que os pais. Terceiro - A MESADA - Sim, a mesada. Fazer parte de uma gangue envolve dinheiro para ir às baladas, comer, beber (principalmente), comprar drogas, abastecer o carro, etc... A mesada tem que ser dada por merecimento. Quarto - A PUNIÇÃO - Sim, quando cometem atitudes características de bandidos e marginais, os filhos devem ser punidos e repreendidos, antes que a polícia o faça, mais cedo ou mais tarde. Lembrem-se, pais, um jovem é como uma mola que, se deixada solta, quicará sem cotrole e direção!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

RABO DE GALO

Renan Calheiros decide ligar para Ali Babá:
RENAN - Ali, meu velho, como vai?
ALI - Não muito bem, aliás, nada bem!
RENAN - Que é isso? Comigo vai tudo às mil maravilhas!
ALI - Imagino!
RENAN - À propósito...Há! Há! Cadê os 40 ladrões?
ALI - Espertinho, você é quem deve saber muito bem, eles bandearam todos lá pro Senado...
RENAN - Há! Há! É verdade, estão todos comigo, aliás, não só os 40, tem mais alguns de quebra!
ALI - Eu sei, os covardes que se abstiveram!
RENAN - Sim, fizeram um bom trabalho! Mas, me diga, o que te aborrece?
ALI - Estão me comparando a você e essa é uma atitude abominável, que não vou admitir! Só porque os 40 ladrões estão do teu lado? Eu, heim?
RENAN - Mas, qual é o problema, homem? EU SOU O CARA!
ALI - Eu sei... notas falsas, empresas fantasmas, laranjas, pagamentos misteriosos...
RENAN - Então... e eu ainda estou lá, firme no meu posto, aliás, alto posto, eu sou o presidente do negócio!
ALI - Sim, contra a vontade do povo!
RENAN - O povo? O povo é acessório! Tenho que dar um jeito de parar de precisar dessa gente, por eles, eu estaria cassado! Um absurdo! Deles, eu só quero os votos!
ALI - E acha que continuará a tê-los?
RENAN - E por que não? Têm tudo memória fraca, um pouco de samba, carnaval e futebol e eles esquecem tudo! Não têm do que se queixar, "o povo tem o governante que merece", se estou lá é porque eles quiseram... E o presidente está comigo!
ALI - Eu sei, disse que todos temos de acatar a decisão do Senado. Mas, não quero mais ser comparado a você, tenho honra, moral e dignidade para zelar. E você, o que aconteceu com sua honra, moral e dignidade?
RENAN - ?
ALI - Não ouviu? o que aconteceu com sua honra, moral e dignidade?
RENAN - ?
ALI - O que houve? Por que não quer responder sobre sua honra, moral e dignidade?
RENAN - Se eu soubesse o que significa isso eu responderia, ô palhaço! Quer saber? Queima chão, que eu tenho muito mais falcatruas para armar lá no Senado. Afinal, é pra isso que o senado serve!

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

DOSE CULTURAL

A literatura brasileira é um tanto conservadora, muito pouco fantástico, muito pouca ação, ficção (científica, nem se fala), aventura... Não que a cultura nacional se prive de talentos que possam escrever sobre esses temas envolventes, cativantes e apreciados, mas, parece que os editores brasileiros não aprovam esses gêneros de literatura. É uma pena! Tenho dois livros de literatura infanto-juvenil publicados pela extinta editora Conquista e um deles "OS APUROS DO JOANINHO", com muita ação e aventura, agradou em cheio ao público infantil. Mas, geralmente, não se consegue editor que ache que valha a pena publicar histórias de ação e aventura para o público adulto. E as consequências disso extrapolam os limites da literatura e vão para a TV e o cinema: Como não há bons escritores de ação, também não haverá bons roteiristas e diretores de ação. Isso pode ser comprovado quando assistimos a uma cena de ação envolvendo perseguição ou tiroteio em novelas ou seriados de TV: São produções fracas, ingênuas, com pouco jogo de cintura do roteirista ou diretor. Muitos puderam confirmar isso ao assitir aos dois últimos capítulos da novela "Vidas Opostas" e ao primeiro capítulo da novela "Caminhos do Coração", ambas da Record. A iniciativa é boa, louvável, mas falta qualidade, criatividade, talento. Se os editores mudassem a sua postura retrógrada e ultrapassada e investissem mais em literatura de ação e aventura, talvez esse quadro se revertesse.

HISTÓRIAS DE BOTEQUIM

Esta aconteceu na época em que o Drácula aterrorizava o leste europeu e Jack, o estripador, tirava o sossego dos boêmios londrinos, sem falar do terrível "fog" inglês, que era muito mais denso do que hoje, o que duplicava as dificuldades de locomoção para pessoas de vista curta, como o Dr. Hamilton, advogado fracassado que varava as madrugadas nos "pubs" da capital e, apesar de usar óculos de fundo de garrafa, que não lhe valiam para mais nada, ainda insistia em ser o último a deixar os bares.
- Por que não vai de uma vez, Dr. Hamilton, antes que chegue o "fog"? - preocupava-se Richard, o dono do bar. - O senhor tem vista curta...
- Não se preocupe, meu rapaz, é para isso que trago o meu guia - e exibe uma bengala longuíssima.
- E isso resolve contra o nevoeiro?
- Meu jovem, isso resolve até na mais completa escuridão! Além do mais, eu conheço muito bem o trajeto até a minha casa.
Richard dá de ombros. O Dr. Hamilton era teimoso como uma mula e já vinha fazendo isso há meses.
Quando chegou a hora de fechar, após deixar tudo limpinho e preparado para o dia seguinte, lá pelas duas da manhã, Richard se dirige ao Dr. hamilton...
- Doutor, sinto muito, mas é hora de fechar.
O Dr. Hamilton não discutia, era um bêbado educado...
- Está bem, meu rapaz, já estava pensando em ir embora mesmo. Que horas são?
E Richard, repetindo o ritual de todas noites...
- Já passam das duas, doutor, o "fog" deve estar intenso!
- Não se preocupe, meu jovem, sou capaz de encontrar o caminho de casa de olhos fechados - e, ajeitando os óculos - Aliás, com esses óculos, é como se estivesse mesmo. Até mais, meu rapaz, até mais!
- Até amanhã, doutor - respondeu Richard, abrindo a porta e conduzindo o advogado para fora. Olhou. O "fog" estava intenso, como sempre. Uma pessoa de visão normal conseguiria enxergar até uns dois metros adiante de si, muito mal. Mas, o doutor era quase cego. Imaginava as dificuldades que ele encontraria. Lá ia ele, tateando com a bengala, como se fosse cego. Fechou a porta.
O doutor parecia possuir um croqui do trajeto em sua mente, tal a sua segurança ao caminhar, sabia exatamente onde tatear a sua bengala, até que, em dado momento, tomou um susto: não sentiu o chão à sua frente! Tateou a bengala de novo e, nada! Abaixou um pouco, tentando encontrar terra firme e, nada! "Meu Deus, há um buraco enorme à minha frente, uma cratera!" - raciocinou - "Se não fosse a minha bengala, eu poderia estar morto!... Que terá acontecido? Na certa é algum conserto na rua, mas, que rapidez! Quando passei aqui, pelas oito, não havia nada!"
O advogado decidiu contornar a cratera... ou o buraco. Quando tentou tatear a bengala pela direita... Surpresa! Também não encontrou nada. "Cadê o chão? Onde foi que me meti?" Virou-se para a esquerda e...nada! Começou a suar frio, apesar da baixa temperatura.
Não ficaria ali, decidiu retornar pelo mesmo lugar de onde viera. Deu meia volta e quando tentou tatear a bengala para encontar o chão...nada!!!
Estava apavorado, não estava mais do que isso, ficou paralizado! Não conseguia se mover naquele pequeno espaço que parecia ser o único local sólido ao seu redor. Só havia uma solução: Permaneceria ali até o amanhecer, quando finalmente, à luz do dia, resolveria aquele misterio.
E assim se deu. Quando raiou o dia, ele finalmente descobriu o que ocorrera: sua infalível bengala havia se partido e ele só estava com o cabo na mão!