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quinta-feira, 15 de julho de 2010
DIA INTERNACIONAL DO HOMEM

terça-feira, 13 de julho de 2010
FLAMENGO - JOGADORES SEM AMOR A CAMISA E CLUBE SEM RESPEITO AOS TORCEDORES
Os torcedores dos times cariocas rivais da torcida do Flamengo (Botafogo, Fluminense e Vasco) costumam chamar o time rubro negro de “time do mal”. Isso se deve (segundo eles) ao fato da torcida flamenguista ser a mais violenta do Rio. No entanto, em vista dos últimos acontecimentos envolvendo o time da Gávea, o apelido se tornou mais apropriado. Jogadores como Adriano, Wágner Love, Bruno (ídolos dos torcedores) estiveram envolvidos em constantes visitas às delegacias e entrevistas a imprensa para dar explicações sobre aparições em festas promovidas por bandidos em favelas do RJ. Foi divulgada uma foto em que Adriano aparecia ao lado de um traficante fazendo um gesto alusivo ao símbolo do Comando Vermelho, conhecida facção criminosa carioca; Wagner Love foi fotografado sendo conduzido por bandidos fortemente armados no meio de uma festa patrocinada pelos traficantes e, o pior dos casos, o goleiro Bruno foi preso como principal suspeito da morte covarde de sua amante, simplesmente porque ela desejava que ele pagasse pensão de um filho de ambos. Tais jogadores, considerados ídolos da torcida rubro negra, não demonstraram um mínimo de respeito e amor à camisa do clube que defendiam. Se esqueceram (ou fingiram não se lembrar) que um jogador de futebol é um ídolo de um clube, passivo de ser imitado, principalmente pelas crianças. E a entidade denominada Flamengo? O que fez a respeito? Absolutamente nada. Quando Adriano, Wágner Love e Bruno expuseram suas imagens em festas com a bandidagem carioca, o clube simplesmente passou a mão por cima das cabecinhas dos jogadores. E a mesma política está sendo adotada no caso de seu goleiro acusado de um crime bárbaro e monstruoso. Sim, porque Bruno ainda é goleiro do Flamengo, o psicopata teve apenas seu contrato suspenso, não foi demitido. E mesmo diante de acusações tão sérias, o clube ainda permitiu que continuasse treinando junto dos demais jogadores, como se nada estivesse acontecendo. E, como se não bastasse, cadê a declaração pública de repúdio pela atitude de seu jogador? Cadê a preocupação de mostrar aos pequenos rubro negros que atitudes como as de Adriano, Wágner Love e Bruno não devem ser imitadas? Com o seu silêncio, o Flamengo demonstra que não tem o menor respeito e consideração para com a sua própria torcida!
domingo, 27 de junho de 2010
ECLIPSE - O HORA DO LOBISOMEM

A cena mais erótica da saga “Crepúsculo” (que sempre se caracteriza como simples sugestão ao sexo e ao terror) não ocorre entre o monótono Edward Cullen e a depressiva Bella. Ou melhor, não ocorre com o vampiro, mas, com o lobisomem Jacob, que pega a mão dela e a leva até o seu peito para mostrar que ele tem algo que Edward jamais terá: um coração que bate por ela! Enquanto o vampiro consegue sempre controlar-se e refrear a impulsividade de Bella, que quer chegar às últimas conseqüências com ele, o lobisomem musculoso, que tem sangue quente correndo nas veias, que não sente frio nem na gelada costa noroeste americana e vive sem camisa quase o tempo todo, consegue transformar-se, não apenas num licantropo, mas, numa presença muito mais viva e palpitante que Edward. E Bella fareja essa vitalidade um tanto descuidada e irresponsável. Na verdade, esta passou a ser a proposta para a saga depois que o diretor David Slade e os executivos por trás de “Crepúsculo” perceberam que Taylor Lautner (que interpleta Jacob) irradia muito mais carisma que Robert Pattinson, como Edward. Mudanças significativas para a continuação da saga? É só esperar pela estréia, no Brasil, do terceiro filme da série, no próximo dia 30, quarta feira!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O DESABAFO DE SERENA WILLIANS NO TWITTER

A tenista nº 1 do mundo, Serena Willians, postou um desabafo no Twitter, diante da quase eliminação da seleção dos EUA da Copa do Mundo, devido a erros de arbitragem. A equipe norte-americana já havia sido prejudicada na partida contra a Eslovênia, com a não marcação de um pênalti claro e a anulação de um gol legítimo. Em sua última participação pelo grupo C, na partida contra a Argélia, os EUA tiveram mais um gol legítimo anulado e só não foi eliminada porque conseguiu marcar o gol salvador aos 45 minutos do segundo tempo, fazendo prevalecer a justiça de sua classificação para a próxima fase do torneio. No entanto, os erros de arbitragem irritaram os americanos e, especialmente, a tenista, que afirmou: “Estou assistindo ao futebol on line e isso é escandaloso! Copa do Mundo? Copa da fraude... Não é à toa que os EUA não se interessam por futebol! Está tudo arranjado!” Serena Willians acertou em tudo em seu desabafo. Numa competição onde estão reunidos os “supostos” melhores árbitros do mundo, não deveria haver erros que influenciassem no resultado final de uma partida e, o que é pior, na classificação ou eliminação de uma equipe. Para os americanos, erros de arbitragem não são comuns em seus esportes nacionais preferidos. Na NFL (o futebol americano), por exemplo, a tecnologia é utilizada para contestar e anular as decisões erradas dos juízes. O mesmo ocorre no tênis praticado por Serena Willians. O uso da tecnologia (exemplificado pelo famoso tira-teima, aqui, no Brasil) apenas tira dos juízes a incontestabilidade de suas decisões. Nada mais natural. Afinal, não são os árbitros os astros principais do espetáculo. No entanto, as múmias vivas da FIFA se recusam a usar a tecnologia no futebol como o conhecemos. Como resultado, os erros saíram da simples dedução de que “errar é humano” e passaram a ser por incompetência e má fé mesmo! No caso dos EUA (já que existe uma onda antiamericana no mundo) a anulação dos dois gols legítimos é simplesmente suspeita! E a FIFA? Depois da “ajeitada de mão” de Thierry Henry que eliminou a Irlanda e levou a França à Copa do Mundo, a entidade está desmoralizada, pois deveria ter anulado aquele jogo e realizado outra partida. Resta agora Serena Willians (e nós também) aguardar os próximos jogos e torcer, não apenas por nossas seleções, mas para que os árbitros sejam honestos e competentes!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU APROVA SANÇÕES CONTRA O IRÃ

O Conselho de Segurança da ONU aprovou, acertadamente, sanções econômicas contra o Irã. Foram 12 votos a favor das sanções, uma abstenção (o Líbano) e, adivinhem, 2 votos contra (Brasil e Turquia). Brasil e Turquia votaram contra porque isso faz parte do final da malfadada comédia representada por Lula, o primeiro ministro turco, Recep Tayyp Erdogan e o louco iraniano que só vive com bombas na cabeça, Mahamoud Ahmadinejad. Com a aprovação das sanções, a ONU demonstrou que não está nem aí para a intervenção do Brasil e da Turquia e o tal acordo firmado para o refinamento de urânio do Irã no exterior. A razão disso é que nenhum país que tenha um líder inteligente acredita em Ahmadinejad. O povo iraniano não merece as sanções, são pessoas oprimidas por um regime de ditadura religiosa fanática. Mas, o mundo não pode correr o risco de o louco iraniano possuir a bomba atômica. O mais lamentável nisso tudo, para nós, brasileiros, é ver o presidente da república tentando resolver um assunto muito além de sua percepção, quando há tantos problemas que afligem os brasileiros sem solução, como o caos da saúde pública, o flagelo da criminalidade e da insegurança, a educação de péssima qualidade... Enfim, se Lula não viajasse tanto, preocupado com os problemas de outros países...
segunda-feira, 7 de junho de 2010
O EMBUSTE DE AHMADINEJAD

Mahamoud Ahmadinejad (o louco do Irã que só vive com bombas na cabeça) deve estar rindo de orelha a orelha com o fiasco de Israel em abordar, de maneira intempestiva, o navio de bandeira turca com ajuda humanitária para os palestinos na faixa de Gaza. Tal ato resultou na morte de nove pessoas e protestos no mundo inteiro. Mesmo assim, Israel pretende continuar com o bloqueio e a inspeção da carga de todos os navios com ajuda para a Palestina. Pois não é que o tirano iraniano decidiu dar uma de pacificador e apresentou-se para escoltar os navios com ajuda humanitária para os palestinos? Quanta hipocrisia! Ahmadinejad é um déspota, tirano de seu próprio povo, misógino (suas maiores vítimas são as iranianas, tratadas como animais, sem direito a nada)! É ele quem supre os terroristas do Hamas (suposto governo palestino) com mísseis que são lançados quase que diariamente sobre a população civil de Israel. Apesar disso, conta com a ajuda da Turquia e do Brasil para refinar urânio, com o único objetivo (encoberto) de fabricar a bomba nuclear e “varrer Israel do mapa!” E depois disso? Há, depois disso virá a Jirad islâmica, onde o suposto sucessor de Maomé (Saddam Hussein achava que era ele) conduzirá a humanidade a uma guerra final entre os filhos de Alá (muçulmanos escolhidos para a vitória) e o resto dos filhos de Satã (os infiéis muçulmanos e todo o ocidente condenados à morte... Ou seja, eu, você... o presidente Lula... Israel, se ainda exisitir... ) Imaginem quem será o próximo a arvorar-se o sucessor de Maomé, se tiver a posse da bomba atômica? Em vista disso, qual é o motivo de crítica para Israel, um dos alvos diretos dos terroristas árabes (o outro são os EUA)? O seu direito de inspecionar a carga de navios para a Palestina com o objetivo de evitar o contrabando de armas para o Hamas ou o modo como o fez da primeira vez? Israel tem o direito de fazer a inspeção, pois é um país em guerra e já sentiu na pele a maneira como os terroristas agem, explodindo lojas, bares, sinagogas, ônibus lotados e lançando mísseis sobre o seu território quase que diariamente. No entanto, é preciso que o faça de maneira a não levar riscos aos ativistas humanitários. E quanto a Mahamoud Ahmadinejad, resta saber até que ponto ele continuará enganando os governantes e jornalistas simplórios do mundo!
sábado, 5 de junho de 2010
O BLOQUEIO DE ISRAEL AOS NAVIOS COM AJUDA HUMANITÁRIA

A invasão do navio de bandeira turca carregado com ajuda humanitária para os palestinos resultou em severas críticas para Israel. Até que ponto tem a nação judaica o direito de conferir as cargas dos navios com ajuda humanitária? Desde quando o aliado turco deixou de transmitir confiança. Israel e a maioria das nações ocidentais do mundo não engoliram a atitude da Turquia e do Brasil a favor do Irã em seu processo de refinamento de Urânio. Para a maioria dos países ocidentais, o acordo não passa de um embuste do louco do Irã que só vive com bombas na cabeça (Ahmadinejad) para evitar as sanções econômicas sobre seu país. O que importa não é a quantidade de urânio que será enviado para a Turquia, como mostra o tal acordo, mas a quantidade (ignorada) que ainda permanecerá no Irã e que está sendo refinado sem a permissão das necessárias inspeções da ONU. Para Israel e os EUA, o objetivo desse refinamento às escondidas é a construção da bomba nuclear. Israel é um país que está em guerra. Quase que diariamente seu estado é bombardeado por mísseis lançados pelo Hamas, um grupo terrorista que governa a Palestina. Interessante é que os mísseis são fornecidos pelo Irã, esse mesmo Irã que o aliado Turco está ajudando, juntamente com o Brasil. Não é a toa que Israel se viu no direito de invadir o navio humanitário de bandeira turca para examinar o conteúdo de sua carga. Segundo os israelenses, houve resistência e ataque sobre seus soldados, principalmente por parte da tripulação turca. Dos nove mortos, oito eram turcos. Israel decidiu mudar as regras. Dificilmente permitirá que os navios de ajuda humanitária cheguem aos palestinos sem a devida inspeção de suas cargas. Para evitar a repetição de novas tragédias, os ativistas humanitários devem simplesmente permitir a inspeção.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
O OBSCURO ACORDO ENTRE O BRASIL, TURQUIA E IRÃ

O louco do Irã que só vive com bombas na cabeça (leia-se Mahamoud Ahmadinejad) conseguiu demonstrar lampejos de inteligência ao usar os líderes do Brasil e Turquia para ganhar tempo em prosseguir no seu intento de construir a bomba nuclear e evitar as sanções econômicas sobre seu país (justamente porque quer construir a bomba!) O presidente Lula e o primeiro ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, firmaram um acordo com o ditador iraniano de cooperação para o refinamento de urânio. Neste, ficou tratado que o Irã enviará urânio para ser enriquecido na Turquia. Depois, a Turquia o devolverá de uma maneira que só poderá ser usado como fonte de energia pacífica. Isso dissiparia as dúvidas sobre o intento do país dos aiatolás de construir armas nucleares. Porém, as nações ocidentais não acreditam em Papai Noel. Sabem que o Irã continuará impedindo as inspeções da Onu em relação ao urânio que ainda está sendo refinado no país (com o propósito de construir a bomba, é claro!) O acordo é obscuro, apenas uma estratégia de Ahmadinejad para ganhar tempo! A Turquia até que tem lá seus motivos para aliar-se a esta escória do mundo e defrontar-se com o ocidente: ainda não foi aceita para fazer parte da União Européia, o que vem pleiteando há anos. Mas, e o Brasil? Por que juntar-se a este ditador, tirano, que nega o holocausto e afirma que Israel deveria ser varrido do mapa? (imaginem a sua primeira atitude quando construir a bomba?) Um país que luta para obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, como o Brasil, não deveria defrontar-se contra as potências democráticas do mundo a favor de um ditador terrorista. O louco do Irã que só vive com bombas na cabeça foi esperto, pois soube escolher seus parceiros nessa empreitada. A Turquia está “chamuscada” porque ainda não foi aceita na UE. E o Brasil (o presidente Lula) é antiamericano (debaixo de seus botões, é claro).
quarta-feira, 12 de maio de 2010
CONSTRUTIVISMO - ENSINO NO ESCURO
Sabe o significado da palavra “construtivismo”? Não, não tem nada a ver com construção. Muitos irão se surpreender, mas a palavra tem tudo a ver com a péssima qualidade do ensino das escolas do país. Construtivismo (como mostrou a revista Veja, desta semana) é uma teoria sobre o aprendizado infantil delineada pelo psicólogo suíço Jean Piaget, nos anos 20 do século passado, segundo a qual, a construção do conhecimento pelas crianças é um processo relacionado à sua experiência no mundo real. Tal conceito seria racional e coerente se não tivesse ganho interpretação livre pelos diversos países onde a teoria andou sendo aplicada. No Brasil, por exemplo, ganhou várias facetas. Mas, todas remontam a uma só definição: a mudança total de tudo o que trouxe a humanidade ao atual estágio de avanço tecnológico, científico e médico. Ou seja: o modo como todos os gênios e descobridores estudaram era errado! E como eles estudaram? Exatamente como a maioria dos adultos atuais, que obtiveram conhecimento através de um método cumulativo, metódico, organizado em currículos. O construtivismo (longe de ser a teoria de Jean Piaget) abomina tal método de ensino e lança sobre a própria criança a sua responsabilidade de aprender. Isso é abominável e cruel. Exige muito da criança e do professor. Só para citar um exemplo: se você é adulto, deve lembrar-se de como aprendeu a ler. Primeiro conheceu as letras. Depois, juntou as letras e formou as palavras. Tão simples assim. O bê-á-bá de sempre. No construtivismo a criança é apresentada diretamente à palavra, associada a uma imagem. Os países desenvolvidos que experimentaram tal teoria (EUA, Inglaterra e França) abandonaram de vez o construtivismo nessa etapa, principalmente depois da constatação de que as crianças demoravam muito mais tempo para aprender a ler. No Brasil, 60% das escolas públicas e particulares ainda aderem ao construtivismo, colocando o país como um dos piores em desempenho educacional nas avaliações internacionais de qualidade de ensino. Se você tem criança na idade de alfabetização, nada poderá fazer contra a aplicação de tal sistema de ensino, mas, poderá tornar mais fácil seu aprendizado adquirindo uma cartilha e ajudando-a em casa!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
PEDOFILIA NA IGREJA CATÓLICA - DE QUEM É A CULPA?

De quem é a culpa pelos escândalos de pedofilia na igreja católica? A própria igreja leva 90% da culpa, enquanto o restante cabe aos infratores. Aliás, seria muito simples tentar resolver este problema secular no catolicismo. Basta que, para isso, a igreja se alicerce no princípio fundamental de todo o cristianismo, ou seja, a bíblia sagrada. Sim, porque toda religião se baseia em algum princípio fundamental, como os escritos do Torá, para o judaísmo, e o Alcorão, para os muçulmanos, apenas citando dois exemplos. As religiões cristãs (evangélicas e católicas) se baseiam na bíblia. Se ambas as religiões se baseiam no mesmo princípio fundamental, por que os casos de pedofilia são comuns (um problema crônico) entre os líderes religiosos da igreja católica e o mesmo não ocorre entre os líderes das religiões evangélicas? Por causa de um dogma encravado no catolicismo há séculos: o de proibir seus líderes de casar-se! Este dogma contraria o princípio fundamental da religião cristã (e católica) que é a bíblia sagrada. Quando cita o “proibir o casamento”, a bíblia o faz no sentido de condenação e desaprovação a aqueles que se “desviariam da fé, falando mentiras, proibindo o casar-se...” (1Tim 4:1-3) Estas palavras foram escritas pelo apóstolo Paulo. Um pouco antes, na mesma carta a Timóteo, Paulo delineou os requisitos para quem quisesse alcançar o cargo de superintendente, pastor, papa, padre... Enfim, um cargo de líder na congregação ou igreja. Entre outros, o líder religioso deveria ser “marido de uma só esposa, presidindo de maneira excelente a sua própria família, tendo os filhos em sujeição...” (1Tim 3:1-7) O fato da bíblia, em momento algum, exigir que um religioso siga o celibatário para exercer uma carreira cristã está em harmonia com a situação civil de Pedro, a quem a igreja católica considera como tendo sido o primeiro papa: ele era casado! (Mateus 8:14) Sendo assim, por que a igreja católica proíbe seus líderes religiosos de se casarem? É claro que isso não justifica a atitude criminosa dos pedófilos envolvidos, mas, se a igreja simplesmente agisse de acordo com a bíblia (livro do fundamento da base cristã) esses crimes e escândalos deixariam de acontecer!